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Textos com Etiquetas ‘sacadas’

Língua Portuguesa: “Estupro” ou “Estrupo”?

Ele é o inimigo dos professores de português. Ele é o terror dos corretores de redação. Ele é o vilão que ataca a nota do aluno. Ele é o Barbarismo. Aos que não sabem, não lembram ou não dão a mínima, “barbarismo” é todo erro crasso da língua portuguesa, erros que apontam marca viciosa de oralidade. Exemplo: “Eu hoje estou menas (sic) doente”. “Menos” é um advérbio, e todo advérvbio é invariável. Logo, “menas” não existe.

Porém há alguns pontos nos quais eu discordo do o que é ensinado nos colégios. Há expressões que aparentemente são erradas, mas, na verdade, elas apresentam coerência com a ideia que o escritor ou falante quer passar. E um exemplo desse caso é a palavra “estupro”. Doi o ouvido de qualquer professor de redação quando ele ouve seu aluno falando “estrupo“, “estrupada“, “estrupar“. Mas eu acho que a forma estrupo não é incorreta.

Pare para analisar: quando alguém diz que foiestrupada, o que vem a sua cabeça? A forma com que a palavra “estrupo” soa, você imagina algo violento, um bandido sedento abusando ferozmente de uma pobre donzela em perigo, com toda uma malícia e um desejo carnívoro. Um “estrupo” é algo terrível, algo horrendo, algo quase fatal.

Já quando alguém chega com todo o garbo e elegância e fala que alguém foi “estuprada”… não passa a mesma mensagem! “Estuprador”, sinceramente, parece nome de profissão. É uma palavra que soa bem, e não transmite a ferocidade de um abuso sexual desse calibre. Eu imagino uma cena assim:

Boa noite, tudo bom? Prazer, meu nome é Fernando Silva e eu sou um estuprador. Poderia dedicar alguns minutos de sua atenção para uma seção de sexo contra a sua vontade? Não? Ah, sinto muito, mas pela situação atual da minha posição, não posso permitir. Mas posso fazer uma oferta especial: se você decidir aceitar nos próximos 30 segundos, eu lhe dou esse cartão de fidelidade e um selo. Ao coletar 6 selos, você ganha uma dispensa do próximo estupro! Ah, e não esqueça, eu sou um profissional qualificado para o que vou fazer, com registo na OEAB (Organização dos Estupradores e Abusadores do Brasil) e usarei sempre proteção, pois a saúde vem em primeiro lugar.

Professores e professoras, me desculpem, mas um “estrupo é muito mais coerente, muito mais contextualizado do que um “estupro”. A boa expressão é aquela que passa a mensagem, e um maléfico “estrupo” faz isso com maestria, ao contrário do recatado “estupro”.

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Rapidinhas do Cisneiros #13: Ataque do Unicórnio Robô

Esses dias estive ausente, por estar trabalhando e também por minha criatividade estar bloqueada devido a umas espectativas. Mas hoje quero mostrar um jogo que me apresentaram. Vejam só que jogo másculo! O nome: “O Ataque do Uncórnio Robô”.

A história: encarne a pele desse unicórnio num mundo de céu azul, cheio de arco-íris e de grama roxa. Você tem direito a três “desejos” (“vidas”) para conseguir seguir o seu destino e realizar os sonhos do seu coração (“ficar vivo”).

Como podem notar, é o jogo mais gay que ja vi na minha vida… mas é muito bom (um dos melhores jogos em Flash que joguei em minha vida)! Jogue duas vezes e vai viciar. Quem quiser conferir Robot Unicorn Attack, vale à pena. Eu fico por aqui, pois isso é uma Rapidinha e eu quero voltar a jogar.

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Probabilidade é algo fácil! – Roleta Russa

Todos nós trabalhamos com probabilidades. É algo que usamos o tempo todo. É sempre bom ter informações como as chances de chover no dia, as chances de tirar notas boas para passar, as chances do sua chefe te dar aquele aumento que você pediu ontem, em saber que ela estava de TPM e havia brigado com o marido (cerca de 0,0033%, calculando com otimismo).

Probabilidade é uma coisa fácil. Vamos provar aqui que é algo simples, algo que uma criança conseguiria pensar. E, para isso, vamos usar um jogo conhecido como Roleta Russa. A maioria deve conhecer, mas deixe-me dar uma breve explicação. O jogo utiliza uma arma, geralmente uma de seis tiros. Em um dos espaços, é colocada uma bala, e os outros ficam vazios. A seguir, o canhão (onde as balas ficam) é girado e os jogadores, um a um, dão um tiro na sua cabeça. Obviamente, quando a bala sair em um desses tiros, o jogador deste turno perde.

duas variações principais nas regras:

  1. A bala é colocada e o canhão é girado. O primeiro jogador dá um tiro e suas chances de perder são 1/6 (16%). Se ele não perder, é a vez do segundo. Agora, as chances de ele perder são 1/5 (20%). O terceiro tem chances de 1/4 (25%), e assim sucessivamente. Se houver um sexto jogador e a vez dele chegar, logicamente, ele perderá, pois suas chances de perder serão de 1/1, ou seja, 100%.
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  2. A bala é colocada e o canhão é girado. O primeiro jogador dá um tiro e suas chances de perder são 1/6 (16%). Se ele não perder, o canhão é girado novamente, e é a vez do segundo. Como foi misturado de novo, as chances do segundo são, também, 1/6(16%). Todos os outros jogadores também terão chances de 1/6 (16%) de perder.

Agora vamos brincar com probabilidades. Se, na primeira modalidade, as chances vão diminuindo e, na segunda, as chances são constantes, é lógico que a segunda é mais justa, certo? Afinal, da primeira forma, o primeiro jogador tem 16% em chances de perder, o segundo tem 20%, o terceiro 25%, etc. Já na segunda modalidade, as chances de todos os jogadores é 16%, certo? Errado.

A verdade é que o primeiro modo é mais justo, e neles todos tem chances iguais de perder. Vejamos o porquê. Analisando as chances de perda:

  • Primeiro jogador: 1/6 (16%)
  • Segundo jogador: 5/6 x 1/5 = 1/6 (16%)
  • Terceiro jogador: 5/6 x 4/5 x 1/4 = 1/6 (16%)

Não entendeu? Pense: o primeiro jogador tem chances de 1/6 de perder. Já o segundo jogador, na sua vez, tem 1/5. Mas para que chege a vez dele, o primeiro tem que ganhar. E as chances de o primeiro ganhar são 5/6. Então as chances verdadeiras são 5/6 x 1/5, que dá 1/6. O mesmo vale para o terceiro. Ele tem 1/4 em chances de, no seu turno, perder. Mas, para que seu turno chegue, é preciso que o primeiro e o segundo ganhem, e assim por diante.

Agora vamos analisar a segunda modalidade. Se eu disse que uma é justa, então essa deve ser a injusta. Olhando com atenção, é facil perceber que, quanto antes você jogar, melhores suas chances de vencer, certo? Afinal de contas, quando você der o tiro e vencer, você está livre, e as chances de a bala não sair depois da 2ª, 3ª, 4ª pessoas são pequenas, logo, quanto depois você jogar, menores suas chances de vida, não é? Errado de novo.

É exatamente o contrário que ocorre. Quanto antes você jogar, maiores suas chances de perder. Analisando outra vez as chances de perda:

  • Primeiro jogador: 1/6 (16%)
  • Segundo jogador: 5/6 x 1/6 = 5/36 (13%)
  • Terceiro jogador: 5/6 x 5/6 x 1/6 = 25/216 (11%)

Não acompanhou? É simples: o primeiro jogador tem 1/6 (16%) em chances de perder. O segundo também tem 1/6 na sua vez, mas para que ele possa jogar, o primeiro tem que vencer, e as chances de isso acontecer são 5/6. Então as chances verdadeiras são 5/6 x 1/6, que dá aproximadamente 13%. Já o terceiro jogador, no seu turno, também tem 1/6 em chances de perder, mas, para que seu turno aconteça, os dois outros tem que vencer, e assim vai.

Isso prova que nem tudo que parece, é. A gente muitas vezes olha para o mundo com emoção, e deixa que isso supere o racional. Num jogo desses, aquele que usasse somente a razão teria uma chance de êxito bem maior do que alguém que não pensasse da mesma forma.

O que aprendemos com isso? Ao meu ver, a lição é: quando estiver jogando Roleta Russa, se for jogar pela primeira modalidade, tanto faz, mas se for pela segunda, tente ser o último. Como eu acho que a maioria dos meus leitores não faz parte da Liga Internacional de Roleta Russa, eu acho que isso não foi algo muito engrandecedor nas suas vidas…

Então a verdadeira lição é: vá estudar probabilidades, pois você aparentemente não é bom nisso! E meta bronca em comentários!

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Ganhe convites para o Novo Orkut

Atenção Senhoras, Senhores, Senhoritas e pronomes de tratamento em geral! Você, que lê meu blog e/ou me acompanha no Twitter e que ainda não está no Novo Orkut, essa é sua chance! Como dito anteriormente, eu  vou sortear convites para o Novo Orkut. Sem mais delongas, vamos aos négocios.

Como posso  ganhar convites para o Novo Orkut?

Há duas formas.

  1. Participe do sorteio via Twitter! Para partiripar, é só Twittar a seguinte a frase abaixo. Cada tweet dela vale um  “cupon virtual” para o sorteio. No meio dessa semana (provavelmente na quarta-feira) Nesse sábado, será feito o sorteio de um convite para o Novo Orkut. O participante deve ser seguidor do usuário “Cisneiros“.

    @Cisneiros está sorteando convites para o #NovoOrkut e eu já estou concorrendo. Quer também? Veja como: http://j.mp/zgtwH

  2. Participe do concurso via Twitter! Nesse caso, vai valer a criatividade, e não a sorte. Para participar, mande um tweet respondendo a seguinte pergunta: “Por que eu mereço ser convidado para o Novo Orkut?” e usando a hashtag “#Mereço” – a melhor resposta fatura um convite, e o resultado sai um dia depois do resultado do sorteio acima. O participante tem de ser seguidor, igual ao sorteio. Um exemplo de tweet válido:

    @Cisneiros #Mereço convite por que minha vida depende do Novo Orkut!

Participe, divulge e boa sorte!

[Update: as promoções já terminaram... parabéns aos vencedores!]

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Rapidinhas do Cisneiros #9: Inquisição

O Tribunal do Santo Ofício, também conhecido como A Santa Inquisição, está de volta! Calma você não será perseguido e morto por estar lendo meu blog ao invés de trabalhar/estudar. A coisa agora é outra: foi instaurada A Inquisição Twíttica. Agora as atividades relativas à “Terra Sacra” (denominação do  Twitter, de acordo com o Cléro Twíttico) serão julgadas e reguladas de acordo com o Novo Tribunal do Santo Ofício.

Vam os ver no que isso vai dar. A Inquisição pronuncia-se atravez de um Blog e de uma conta no Twitter. Depois deste post, quero meu lugarzinho no Céu, hein?

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Título de Eleitor em 35 minutos

Olá, pessoal! Uma semana sem atualizar… quem é o irresponsável que cuida desse blog? Eita, sou eu… deixa para lá. Mas voltando ao assunto!

Nunca tive uma ótima experiência em tirar documentos. Começa na minha Certidão de Nascimento, onde os nomes dos avós paternos e maternos estão trocados, e o nome da minha mãe está com o sobrenome do meu pai, mas ela nunca usou esse sobrenome. Então, há alguns anos, fui tirar minha Identidade! Tive de marcar hora, comparecer cedo, esperar 2h na fila, sujar os dedos, esperar 3 dias, ir buscar. Alguns anos depois, perdi o RG e tive de tirar 2ª via, que custou R$ 12, e levou quase 2 semanas para ficar pronta, pois o telhado do Instituto Tavares Buril caiu! Fora o Passaporte, e o Visto Americano então nem se fala! Marcar entrevista com três meses de antecedência, ficar em pé na fila por um bom tempo…

Como podem ver, meu histório de documentos não é lá divertido! Hoje, no caminho para casa, ouvi a propaganda do Tribunal Superior Eleitoral, sobre o Título de Eleitor, que agora pode ser requerido na Internet. Eu, curioso como sou, resolvi testar! Cheguei a minha casa e acessei o Site do TSE. Logo na página inicial havia um link para preencher o formulário.

Foram necessários cinco minutos para preenchimento! Com poucos campos e navegação intuitiva, o sistema é prático e eficiente! De repente, eu estava com um número de protocolo em mãos, e o endereço da central de atendimento mais próxima para eu me dirigir.

Não deu outra! Chamei o motorista e lá fomos nós de carro até a Central de Atendimento ao Eleitor da Capital. Em 15 minutos de viagem, estavamos lá e, para minha alegria, o lugar estava praticamente vazio. Peguei uma senha na entrada, de número 96 (já estava no 91, ou seja: só 5 pessoas na minha frente). Em exatos 8 minutos eu fui atendido, e o atendimento durou exatos 7 minutos. Sim, senhoras, senhores, senhoritas e pronomes de tratamento em geral: eu passei 15 minutos entre o momento que entrei e o momento que saí da central!

E o melhor: saí com Título de Eleitor em mãos! Pude escolher (em casa, na Internet) a Zona Eleitoral mais próxima da minha casa e, na porta de saída, já havia um camarada que faz a platificação por R$ 1! Eficiência 100%!

Eu tenho de parabenizar o TSE e o TRE-PE pelo trabalho, que está sendo excepcional. E quero convidar você, jóvem, a votar no ano que vem! Não deixe para última hora. Tire com antecedência o seu Título de Eleitor: evite filas, escolha a Zona Eleitoral e fique com a consciência tranquila! E, ano que vem, exerça seus direitos de cidadão. Vote em quem você acredita que pode melhorar nosso país, pois temos de formar a consciência política e crítica desde já.

Fica dado o recado e espero que minha primeira experiência tranquila com documentos motive alguem a fazer o mesmo! ;)

Eu e meu Título de Eleitor... :D

Eu e meu Título de Eleitor... :D

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Cnte.me: enquetes em segundos!

Olá, pessoal! Hoje vou falar de um site novo (literalmente novo, pois nem 24h de existência ele tem enquanto escrevo esse post). Conheçam o Cnte.me, onde você cria enquetes em segundos e compartilha com o mundo de maneira fácil, rápida e sem frescuras!

No Cnte.me (lê-se “Conte-me”), criar uma enquete é tão rápido que nem dá tempo de piscar os olhos. É só digitar uma pergunta de “sim” ou “não” e o Cnte.me gera dois links: um para votar “sim” e outro para votar “não”. Divulge esses links e voilá, você tem uma enquete em menos de 10 segundos!

O site acabou de sair do forno, mas conta com alguns recursos legais, como link para divulgar sua enquete no Twitter e lista das enquetes mais recentes. Com o tempo, mais recursos serão adicionados, mas sem perder a caracteristica principal do site: simplicidade e objetividade.

Aproveitando, vai aqui a enquete que fiz ontem:

Você fica apreensivo quando o Twitter cai?

Conheça, use e divulge o Cnte.me! A administração do site (eu) agradece!

Olha que logomarca bonita!

Olha que logomarca bonita!

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Quando pode dar errado, vai dar!

Olá pessoal! Há tempos que não nos falamos, não é? Bem, com a chegada das férias eu tenho passado pouco tempo em casa (menos de um terço das férias eu estive em casa, na verdade) e tenho tido pouco tempo para escrever. Como eu detesto blogs desatualizados (e acho que não sou o único), é hora de pegar o pique denovo!

Mas você deve estar se perguntando “o que o título desse post tem a ver com a história”, estou certo? Se não estou, que se dane! Vou responder mesmo assim.

Ontem eu fui fazer uma reorganização no meu quarto. Mudei tudo de lugar (menos a TV, pois é presa na parede – por enquanto!). Até aí tudo bem, mas o meu computador anda meio temperamental e aqui começam meus problemas. Durante a mudança, enquanto eu levava a mesa em que ele fica, ela bateu na parede e, provavelmente, algo dentro do computador saiu do lugar, pois este não queria mais ligar.

Eu fiquei desesperado! Tentei várias vezes, mas nada… aí eu me lembrei dos dizeres de um amigo meu:

Quando ignorância não resolve o problema é por que você não usou o suficiente.

Não pensei duas vezes e dei uma porrada no gabinete! E funcionou! Pelo menos, em parte. Agora o PC estava ligando, mas ele ficava apitando sem parar, sinal de problema na memória. Tentei chacoalhar algumas vezes, e isso fazia o PC ora apitar por memória, ora ficar sem ligar, como estava antes.

Chegou a um ponto que eu disse “ok, hora de vencer a preguiça e abrir o PC”. Agora tudo começou a piorar!

Quando eu não preciso delas, eu vivo encontrando as 4 chaves-de-fenda que existem no meu quarto. Sempre que procuro por alguma coisa (um carregador, um cabo, um baralho, uma cueca…) eu encontro essas chaves de fenda! Mas quando eu preciso de uma para soltar o parafuso, cadê? Elas simplesmente desapareceram! Rodei a casa toda, perguntei a todos que estavam em casa e nada! Procurei como um condenado, mas as chaves se desentegraram.

“Calma, Alexandre”, eu pensei. “Você ainda tem aqueles dois alicates!” – Um raio de esperança entrou em minha mente. Pena que não durou muito.

Quando eu não preciso de alicates, eles estão até nos meus sonhos! Mas quando eu preciso de um para soltar o parafuso, cadê? Pode parecer piada, mas não achei os alicates! Aí sim eu surtei… comecei a andar de um lado para o outro na sala, pensando. Vez por outra eu ia no quarto, rezava, batia no gabinete e tentava ligar. Nada.

Se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará.

– Murphy

Um agravante para isso é o fato de que eu tinha muita coisa para fazer no computador. Eu tinha acabado de terminar um jogo (no Nintendo DS :P ) e queria baixar a continuação dele. Eu queria escrever no blog. Eu queria ler meus e-mails. Eu estava em casa, praticamente só, sem o que fazer.

Minha salvação foi o zelador (putz, que gay!). De qualquer forma, depois de 3 horas, o zelador apareceu e eu pude pedir um alicate a ele. Ele ficou de me emprestar e, muito prestativo, trouxe 1 hora e meia depois! Não que eu esteja reclamando, pois sem ele eu não estaria escrevendo agora no blog. Valeu, zelador!

Mas eu acho que uma lição foi aprendida nisso tudo. Quando contei essa história para um amigo meu ele disse: “Tá vendo? A lição foi que você tem de ser mais organizado e guardar seu material em lugar que você encontre depois, não foi?”

Eu olhei para ele e ri. “Claro que não!”

Ele ficou sem entender até eu explicar que a lição é que, a partir de hoje, eu tirei os parafusos do PC, pois se precisar abrir, não será necessário tudo isso! Não era óbivo?

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Otimizando os elevadores

Não sei se já  notaram, mas parei para pensar (aí lascou) sobre uma ferramenta que a maioria de nós usa todos os dias: o elevador. Mais especificamente, parei para pensar na falta de padrão nos elevadores.

Fui hoje ao prédio de um amigo e ele me pediu para encontrá-lo no P (pilotis). Esperei e nada de ele aparecer. Até que eu olhei no elevador e eu estava no T (térreo) e o P era de “playground”, no andar de cima.

Pare para pensar. Alguns elevadores usam P para playground, outros usam o mesmo P para pilotis ou portaria, além de T para térreo ou A para átrio. Para guardar os carros, temos o G (garagem), o E (estacionamento), o SS (sub-solo) ou somente o S, que confunde-se com um 5. Alguns prédios sinalizam a cobertura como CO, outros como C, e outros simplesmente põem o número do andar. Temos também o SF do salão de festas ou o L de lazer. Isso sem contar botões “especiais” como “AP/FP” de “abrir/fechar porta”, que em outros elevadores é o desenho de setas e em outros é o de uma porta abrindo ou fechando.

Fica a pergunta: por que não padronizar esses botões? Imagine o tempo que nós ganharíamos se não fosse necessário, a cada elevador, fazer nosso cérebro trabalhar e identificar o que cada botão significa, dentro do contexto desse prédio.

Eu visitei um outro prédio, para onde eu possivelmente me mude em alguns meses. Ao entrar no elevador, não pude deixar de notar o padrão adotado nos botões dele. Eu achei uma ideia ótima, pois é simples e direta, e não tem letras confusas. Apenas números em ordem. Veja a foto abaixo.

Sistema mais simples e direto

Sistema mais simples e direto

Quem imaginaria usar zero para o térreo (andar ao nível do solo) e -1 para o sub-solo (um andar abaixo)? Além do mais, a área de lazer é o 15, que vem depois do útilmo andar (14). Todos os níveis, do sub-solo até a cobertura e a área de lazer são simples números em ordem. Mais fácil, só se tivesse um ascensorista para apertar para você. :P

E você, o que acha? Conhece mais elevadores confusos? Ou quem sabe outras ideias de como otimizar o uso dessa ferramenta? Comente!

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