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Textos com Etiquetas ‘reflexão’

Cisneiros estava em hiatus… Mas passou na Federal!

Olá! Sentiu minha falta? Eu detesto quem escreve um blog, passa um tempão fora e depois posta para se desculpar e dizer que faz tempo que não atualiza. Mas deixando esse fato de lado, tenho algo a dizer. Queria pedir desculpas por fazer tempo que não atualizo o Blog Cisneiros por aí. Hahahaha :)

Piadas à parte, eu realmente deixei o blog de lado por um bom tempo. O motivo não é segredo: Vestibular. O segundo semestre de 2010 foi bastante corrido, com provas, simulados e o escambau ao quadrado acontecendo, o que me deixou totalmente sem tempo (e criatividade) para postar algum texto por aqui. Infelizmente parei de escrever, mas até que valeu à pena: passei em Ciência da Computação na UFPE (e Engenharia da Computação na UPE)! Mas eu gostaria de reviver meu blog falando, justamente, sobre esse tema!

O temido Vestibular. O terror dos alunos, o vilão dos estudantes! Há quem fique totalmente tenso desde o primeiro ano, faz promessa para santo, vai se benzer, procura macumbeira, enfim: faz tudo para passar por esse “tão difícil” momento. Mas eu quero sinceramente dizer que não é tão ruim quanto fazem parecer. Sim, você perde uma festa ou outra porque tem prova no outro dia, mas não é o fim do mundo.

Eu, por exemplo, no segundo semestre de 2010, conheci mais gente, saí mais, passei fins de semana chegando em casa às 7 da manhã. Namorei bastante, realizei projetos pessoais e de trabalhos. Não fiz cursinhos, nem enchi minha agenda de aulas e mais aulas extras até a garganta. Prometi a mim mesmo que o Vestibular não iria afetar minhas decisões em relação à programação que eu quisesse fazer com amigos, família ou em relação a trabalhos. O resultado disso? Me diverti bastante e fui aprovado na Federal. “Ah, você quer se fazer de gênio, seu boçal miseravel dos infernos!” De jeito algum, pelo contrário! Só porque eu saio, festejo e me divirto, não quer dizer que sou um irresponsável inútil que não dá a mínima pelos estudos. Sempre achei que sem estudo ninguém vai a lugar algum (menos se jogar futebol).

O que quero é usar meu exemplo para dizer que o Vestibular não é esse monstro que muitos criam. Se você tem uma base sólida, presta atenção nas aulas (de verdade) e se dedica, você tem altas chances de passar. Não é 100% garantido, pois há outros fatores que podem influenciar, mas em resumo, é isso. Sua rotina será afetada, sim, mas não precisa ser radicalmente modificada. Eu mesmo, parei com o blog mais por falta de criatividade (mente focada em assuntos de colégio) do que pelo tempo, no início. Depois, como já estava parado, decidi dar um tempo para descansar a mente e focar no Vestibular. Mas, em suma, é isso: base, atenção e dedicação. Claro, uns cursos exigem mais que outros, mas esses fatores eu tenho certeza que são decisivos.

Enfim, quero dizer que estou de volta e pretendo voltar a atualizar o blog. Se vai acontecer ou não, só Deus sabe. Mas eu pretendo! :) Seja re-bem-vindo! HAHA :D

Comemoração da aprovação no Vestibular 2011.1 da UFPE, em Ciência da Computação!

Comemoração da aprovação no Vestibular 2011.1 da UFPE, em Ciência da Computação!

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“E quarenta e oito!” – Adeus, Lombardi

[Serei rápido e direto ao ponto hoje]

Desde pequeno, quando assistia a televisão com minha bisavó, eu ouvia o Lombardi anunciar os números na Tele Sena. Eu ouvia o Lombardi anunciar o valor dos prêmios no Programa Tentação, Programa Topa Tudo Por Dinheiro… uma voz marcante na história da televisão. Quem, da nossa geração e das gerações anteriores mais recentes não reconhece quando alguem fala “quareeeenta, quarenta e dooois e quareeeeenta e oooito!”? Mas essa voz ficará somente na lembrança.

Luiz Lombardi Neto, nascido em São Paulo, era a Voz Padrão nos programas do Silvio Santos e em vinhetas do SBT. Você consegue imaginar um sorteio da Tele Sena com a voz do Cid Moreira? Ou um Show do Milhão na voz de Galvão Bueno? Se conseguir, na boa: se mate (e leve o Galvão Junto!). Eu fico imaginando como seria o Programa Silvio Santos com a locução da Lady Katy. Lombardi, volta, PELAMORDEDEUS!

Parando para analizar, esse foi um ano com muitas perdas no cenário do Entretenimeto. Micheal Jackson que o diga! Mas nos resta continuar e rezar para que o Silvio encontre alguem a altura para substituir o Lombardi. Me recusarei a sintonizar o SBT na voz da Maisa.

Descanse em paz, Lombardi.

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Jogando Poker

[Sim, eu passei duas semanas sem mexer no blog, mas eu trabalhei para caramba! Mas agora estou com tempo livre, e vou voltar a esrever regularmente. Para compensar o tempo perdido, uma história que ocorreu comigo. Uma lição e também um exemplo de como qualquer história pode ser épica. É só saber contar!]

Estava eu jogando Poker. Apesar da concentração, eu não estava jogando bem aquele dia. A sorte parecia não sorrir para mim. Minhas fichas estavam acabando e eu tinha de jogar com cautela. Aquela poderia ser minha última rodada.

O carteador dá as cartas. Duas delas sob minhas mãos. Quando eu verifico as cartas, nenhum jogo “pronto” em minhas mãos. Eu estava dependendo da sorte. Quando a situação não poderia piorar, eu pensava, um jogador decidiu apostar muito mais do que eu poderia arriscar. Eu estava em um beco sem saída.

Minhas duas opções: desistir daquela mão e esperar a próxima rodada ou jogar “all-in”, apostando tudo que tinha, e rezar. Eu estava prestes a desistir. Não valeria à pena o risco de perder tudo. De repente eu olho para minha mão.

A imagem mental de uma pessoa me vem a cabeça: minha amiga, Dani. Em minhas mãos, mostrava-se a carta Dama de Copas, a favorita dela. Era chegada minha vez. Parei, pensei e falei para mim mesmo: “Dani, em tuas mãos, ponho meu destino.” Joguei “all-in”.

Apostei tudo que tinha, e o carteador começa a dar as cartas. Uma a uma, os outros jogadores apostavam, enquanto eu só observava. Agora, não havia mais volta.

No fim, a surpresa: a sorte sorriu e eu ganhei.

No fim, a surpresa: a sorte sorriu e eu ganhei.

Agora, só posso fazer uma coisa: agradecer. Depois dessa mão, recuperei a coragem e a determinação, e segui jogando, uma tarde que me rendeu várias vitórias, mas a maior delas foi a lição que aprendi. Siga seus insintos. A jogada mais ousada pode trazer o melhor e mais inesperado resultado.

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Reflexões: andando devagar

Hoje eu fui ao Shopping Recife. Enquando andava, eu ouvia música no iPod, num volume alto o suficiente para não escutar barulho algum além dos fones. Repentinamente, começa a tocar uma música lenta, apenas com piano e vocal. Uma música calma e bonita. Essa música me fez querer andar devagar.

Porém, o corre-corre do dia-a-dia estão tão enraizado em nossas vidas que eu não consegui andar devagar. Não estou brincando ou sendo poético: por mais que eu tentasse, andar devagar estava sendo um eforço enorme. Mas eu continuei forçando e, aos poucos, fui reduzindo a velocidade. Cada passo ia reduzindo, e então eu esava caminhando o rítimo da música. Passos lentos e curtos.

Logo então, comecei a pensar quando foi a última vez que esqueci essa vida corrida que temos e parei para andar devagar. Não consigo lembrar até agora. Eu apenas continei lá: andando a passos lentos, com música calma. Comecei a olhar as pessoas que passavam por mim. Cada rostos que via mostrava alguma coisa. Rostos cansados, rostos preocupados, rostos ansiosos, rostos tristes, rostos felizes. Alguns grupos de amigos passavam, uns conversando, outros calados. Famílias passavam, algumas com crianças, algumas com idosos. Algumas pessoas me olhavam espantadas, provavelmente imaginando “por que esse garoto está em pleno Shopping caminhando nessa velocidade, olhando para as pessoas?”.

Até que um casal veio em minha diração. Eles estavam conversando alegremente. Ambos sorriam e falavam sobre algo que não pude ouvir. Mas, mesmo sem ouvir, a felicidade irradiava deles. Instantes antes de passarem, deram um curto beijo e sorriram denovo. Por algum motivo, isso me deixou feliz. Eu, na hora, abri um sorriso e continuei a andar.

A música ia acabando, mas não importava. O momento que tive durante essa tarde, mesmo que tenha durado 5min e 48s (duração da música), pareceu ter durado uma eternidade. E os efeitos disso não morreram no “fade out”. A música seguinte começava calma mas, após alguns segundos, tinha uma batida forte e ficava animada. Com essa batida, eu apressei o passo e saí caminhando pelo Shopping rapidamente. Eu percebi que a felicidade de parar para refletir ficou em mim, e que agora era hora de ser feliz também e aproveitar com animação.

E, antes que pergunte: sim, o objetivo desse post não foi ser engraçado. Apenas quis contar essa experiência que vivenciei hoje a tarde. Espero que tenham gostado, pois eu gostei!

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