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Rapidinhas do Cisneiros #13: Ataque do Unicórnio Robô

Esses dias estive ausente, por estar trabalhando e também por minha criatividade estar bloqueada devido a umas espectativas. Mas hoje quero mostrar um jogo que me apresentaram. Vejam só que jogo másculo! O nome: “O Ataque do Uncórnio Robô”.

A história: encarne a pele desse unicórnio num mundo de céu azul, cheio de arco-íris e de grama roxa. Você tem direito a três “desejos” (“vidas”) para conseguir seguir o seu destino e realizar os sonhos do seu coração (“ficar vivo”).

Como podem notar, é o jogo mais gay que ja vi na minha vida… mas é muito bom (um dos melhores jogos em Flash que joguei em minha vida)! Jogue duas vezes e vai viciar. Quem quiser conferir Robot Unicorn Attack, vale à pena. Eu fico por aqui, pois isso é uma Rapidinha e eu quero voltar a jogar.

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Reflexões: andando devagar

Hoje eu fui ao Shopping Recife. Enquando andava, eu ouvia música no iPod, num volume alto o suficiente para não escutar barulho algum além dos fones. Repentinamente, começa a tocar uma música lenta, apenas com piano e vocal. Uma música calma e bonita. Essa música me fez querer andar devagar.

Porém, o corre-corre do dia-a-dia estão tão enraizado em nossas vidas que eu não consegui andar devagar. Não estou brincando ou sendo poético: por mais que eu tentasse, andar devagar estava sendo um eforço enorme. Mas eu continuei forçando e, aos poucos, fui reduzindo a velocidade. Cada passo ia reduzindo, e então eu esava caminhando o rítimo da música. Passos lentos e curtos.

Logo então, comecei a pensar quando foi a última vez que esqueci essa vida corrida que temos e parei para andar devagar. Não consigo lembrar até agora. Eu apenas continei lá: andando a passos lentos, com música calma. Comecei a olhar as pessoas que passavam por mim. Cada rostos que via mostrava alguma coisa. Rostos cansados, rostos preocupados, rostos ansiosos, rostos tristes, rostos felizes. Alguns grupos de amigos passavam, uns conversando, outros calados. Famílias passavam, algumas com crianças, algumas com idosos. Algumas pessoas me olhavam espantadas, provavelmente imaginando “por que esse garoto está em pleno Shopping caminhando nessa velocidade, olhando para as pessoas?”.

Até que um casal veio em minha diração. Eles estavam conversando alegremente. Ambos sorriam e falavam sobre algo que não pude ouvir. Mas, mesmo sem ouvir, a felicidade irradiava deles. Instantes antes de passarem, deram um curto beijo e sorriram denovo. Por algum motivo, isso me deixou feliz. Eu, na hora, abri um sorriso e continuei a andar.

A música ia acabando, mas não importava. O momento que tive durante essa tarde, mesmo que tenha durado 5min e 48s (duração da música), pareceu ter durado uma eternidade. E os efeitos disso não morreram no “fade out”. A música seguinte começava calma mas, após alguns segundos, tinha uma batida forte e ficava animada. Com essa batida, eu apressei o passo e saí caminhando pelo Shopping rapidamente. Eu percebi que a felicidade de parar para refletir ficou em mim, e que agora era hora de ser feliz também e aproveitar com animação.

E, antes que pergunte: sim, o objetivo desse post não foi ser engraçado. Apenas quis contar essa experiência que vivenciei hoje a tarde. Espero que tenham gostado, pois eu gostei!

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O plástico-bolha infinito

Estava eu zapeando pela Internet quando me deparei com um anûncio “estoure o plástico-bolha“. Estranhei, mas a curiosidade falou mais alto e cliquei para estourar as bolhas. Logo em seguida, apareceu “conheça o ploc-ploc: o plástico-bolha infinito“!

Ao olhar, o site parecia ser alguma pegadinha para disseminar virus, mas decidi testar (apesar das pessoas morrerem de medo, é fácil não pegar um virus desses sites – é só saber como). Abri o site e vi que ele tinha um domínio .com.br e que era feito em Flash. Bons sinais. Após ver do que se tratava, percebi que era uma empresa idônea que realmente estava vendendo um produto na Internet,  então resolvi olhar sobre esse produto.

Com 8 bolhas eletrônicas, você estoura até seus dedos incharem!

Com 8 bolhas eletrônicas, você estoura até seus dedos incharem!

O produto em questão é o ploc-ploc, um plástico-bolha infinito. Parece entranho, mas é real. É um pequeno dispositivo eletrônico em forma de um pedaço de plástico-bolha, com oito bolhinhas que não estouram de verdade, mas passam a “sensação” de estouro, com uma caixinha de som embutida que faz o barulho de bolha estourando.

De início, eu pensei “que coisa idiota!”, “ninguém vai comprar algo assim!”, mas eu estava errado. O próprio site tem um contador de usuários que compram, e esse só inclui os que desejaram se registrar na “Plocosfera”. Pensei de novo, e decidi dar uma chance. Encomendei um ploc-ploc na cor branca, que chegou hoje, 3 dias depois, por e-sedex. De fato, ele está ao meu lado agora.

Gente, essa coisa é surpreendentemente divertida! Até parece que eu sou garoto propaganda, mas eu realmente gostei dessa coisa! Claro, não é a mesma coisa que um plástico-bolha real, mas ainda assim é interessante! Nas horas de stress, ele pode ser até útil… eu estou com ele há menos de 6 horas e já me pego apertando as bolhas loucamente sem nem perceber. A cada 100 estouros, ele faz um barulho extra, isso possibilita “competições” de “ploqueiros”.

É muita falta do que fazer: plástico-bolha eletrônico, comunidade virtual (Ploscosfera), competição de ploqueiros… mas é como diziam os filósofos: o bom vendedor é aquele que faz o produto mais inútil parecer um item de primeira necessidade. Estilo Polishop… :P

Acho que essa é a prova de que até a coisa mais inútil pode ser útil as vezes… e o pior: eu comprei e gostei! É uma inutilidade bastante divertida e que valeu a pena!

Mas eu sou um desocupado que vou te contar…

Eu apertando essas bolhinhas... é falta do que fazer!

Eu apertando essas bolhinhas... é falta do que fazer!

Olha aí o ploc-ploc na frente do blog Cisneiros por aí!

Olha o ploc-ploc na frente do blog Cisneiros por aí!

Desculpem pela qualidade das imagens, mas minha câmera quebrou… tive de usar uma webcam! A propósito: a campanha “doe um celular novo para o Cisneiros” está aberta! Contate-me para ajudar!

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