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Arquivo da Categoria ‘Crônicas’

Título de Eleitor em 35 minutos

Olá, pessoal! Uma semana sem atualizar… quem é o irresponsável que cuida desse blog? Eita, sou eu… deixa para lá. Mas voltando ao assunto!

Nunca tive uma ótima experiência em tirar documentos. Começa na minha Certidão de Nascimento, onde os nomes dos avós paternos e maternos estão trocados, e o nome da minha mãe está com o sobrenome do meu pai, mas ela nunca usou esse sobrenome. Então, há alguns anos, fui tirar minha Identidade! Tive de marcar hora, comparecer cedo, esperar 2h na fila, sujar os dedos, esperar 3 dias, ir buscar. Alguns anos depois, perdi o RG e tive de tirar 2ª via, que custou R$ 12, e levou quase 2 semanas para ficar pronta, pois o telhado do Instituto Tavares Buril caiu! Fora o Passaporte, e o Visto Americano então nem se fala! Marcar entrevista com três meses de antecedência, ficar em pé na fila por um bom tempo…

Como podem ver, meu histório de documentos não é lá divertido! Hoje, no caminho para casa, ouvi a propaganda do Tribunal Superior Eleitoral, sobre o Título de Eleitor, que agora pode ser requerido na Internet. Eu, curioso como sou, resolvi testar! Cheguei a minha casa e acessei o Site do TSE. Logo na página inicial havia um link para preencher o formulário.

Foram necessários cinco minutos para preenchimento! Com poucos campos e navegação intuitiva, o sistema é prático e eficiente! De repente, eu estava com um número de protocolo em mãos, e o endereço da central de atendimento mais próxima para eu me dirigir.

Não deu outra! Chamei o motorista e lá fomos nós de carro até a Central de Atendimento ao Eleitor da Capital. Em 15 minutos de viagem, estavamos lá e, para minha alegria, o lugar estava praticamente vazio. Peguei uma senha na entrada, de número 96 (já estava no 91, ou seja: só 5 pessoas na minha frente). Em exatos 8 minutos eu fui atendido, e o atendimento durou exatos 7 minutos. Sim, senhoras, senhores, senhoritas e pronomes de tratamento em geral: eu passei 15 minutos entre o momento que entrei e o momento que saí da central!

E o melhor: saí com Título de Eleitor em mãos! Pude escolher (em casa, na Internet) a Zona Eleitoral mais próxima da minha casa e, na porta de saída, já havia um camarada que faz a plastificação por R$ 1! Eficiência 100%!

Eu tenho de parabenizar o TSE e o TRE-PE pelo trabalho, que está sendo excepcional. E quero convidar você, jóvem, a votar no ano que vem! Não deixe para última hora. Tire com antecedência o seu Título de Eleitor: evite filas, escolha a Zona Eleitoral e fique com a consciência tranquila! E, ano que vem, exerça seus direitos de cidadão. Vote em quem você acredita que pode melhorar nosso país, pois temos de formar a consciência política e crítica desde já.

Fica dado o recado e espero que minha primeira experiência tranquila com documentos motive alguem a fazer o mesmo! ;)

Eu e meu Título de Eleitor... :D

Eu e meu Título de Eleitor... :D

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A Internet é confiavel?

Esta ferramenta que não podemos mais viver sem, a Internet, está crescendo cada vez mais. Hoje, dependemos da rede mundial de computadores para pagar uma conta, ver um vídeo, uma foto, mandar um e-mail, vagabundar comunicar-se no Twitter, e por aí vai. Mas será que a Internet é confiavel? Será que ela é segura e resistente?

Máquinas estão sujeitas a falhas. Ao contrário do que alguns dizem, máquinas não erram, mas seus programadores sim. Logo, por falha humana, ou divina (sei lá, chuveu ou caiu um raio), sistemas inteiros podem ficar fora do ar. Imagine você esperando para conversar com aquela gatinha do Rio Grande do Sul (rezando para que seja real) e, de repente, a conexão cai na hora que ela entra! Ou você correndo para o computador para pagar aquela conta que vence em 10 minutos e encontra o site do banco “em manutenção”!

Sim, essa é uma situação frustrante!

Agora mesmo, por exemplo: algo muito improvável aconteceu. Três sistemas pararam de funcionar corretamente ao mesmo tempo! Foram eles o Gmail, o Twitter e o Windows Live Messenger.

Twitter fora do ar

Twitter fora do ar

Gmail fora do ar

Gmail fora do ar

Enquanto esses dois não funcionavam, todas as minhas mensagens enviadas pelo Windows Live Messenger voltavam com o erro “Não foi possivel enviar a mensagem”. Agora, paremos para pensar na explicação disso tudo…

Não pode ser coincidência! O Gmail sai do ar, juntamente com o Twitter, e as comunicações via Messenger são cortadas. Isso só pode significar uma coisa: o Governo Americano conseguiu informações sobre ataques extraterrestres, e mais: os invasores estão usando a rede de e-mails e o Twitter para não serem percebidos! O Governo está investigando as caixas de entrada e páginas do Twitter de todos os suspeitos. Porém, algumas informações vazaram, e eles tiveram de acionar a Microsoft para bloquear comunicações!

É claro! Agora tudo faz sentido! Mas é melhor eu parar por aqui… sinto-me observado. Vou ver o que é essa luz vermelha vinda da sala e en dniAHfJHS8kjfipisj8y teg…

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Golpe do Sequestro

O golpe do sequestro (agora sem trêma) é algo muito comum ultimamente. Muitas pessoas caem nesses trotes em que bandidos afirmam estar com um parente em cativeiro e pedem um resgate. Inocentemente, algumas pessoas pagam o preço, mas depois descobrem que seu parente nunca foi sequestrado em primeiro lugar. Algumas pessoas até tem problemas de saúde (vovós em geral) ao recebrem esses telefonemas. Como diz o Danilo Gentili, dizer que sequestrou está quase mais perigoso que sequestrar de verdade.

Mas por que estou falando disso? Hoje pela manhã meu amigo contou um fato que aconteceu ontem. Ele recebeu um telefonema mais ou menos dessa forma:

Guilherme: Alô?

Bandido com voz grave e falando em gírias: Aqui é do Unibanco, qual o nome do teu pai?

Guilherme: É… Fernando… por quê?

Bandido: É que tem uns pagamento (sic) que ele deixou para fazer aqui *nota: o cara deixou pagamentos e não disse o próprio nome*

Guilherme: Ok…

Bandido: E qual o celular dele para se comunicar (sic)?

Guilherme: 9### #### *ele disse o número real para ver no que iria dar*

Bandido: Ei, mas qualé (sic) o teu nome?

Guilherme: Não precisa não, ele vai saber que foi o filho dele que falou.

Bandido: Mas é que tem de escrever aqui o nome de quem atendeu…

Guilherme: Ok… meu nome é Pedro.

*Telefone é desligado na cara do meu amigo*

Depois desse diálogo muito bem feito, bem ensaiado e bem executado, Guilherme recebe mais uma ligação:

Fernando: Alô, Guigo?

Guilherme: Ah, pai? Que foi?

Fernando: Ei, sabe se tem algum filho meu chamado Pedro perdido pelo mundo? Ele acaba de ser sequestrado…

Essa coisa foi tão mal feita que o pai dele ligou rindo para contar a história.

Golpe do Sequestro: falhou miseravelmente. Mais sorte da próxima vez (ah, e arruma uma desculpa melhor, pois Unibanco foi f*da)!

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Spammer idiota

Todo mundo recebe Spam, isso é fato. Seja mensagens com propaganda ou o clássico “enlarge your penis”, todo mundo tem e-mails indesejados em sua caixa de entrada, página do orkut, Twitter, e por aí vai.

Eu admito que alguns Spams são até bem bolados, mas outros são ridiculamente estúpidos. Aqui eu tenho um exemplo real de Spam que recebi e me deixou curioso. Curioso para saber quem foi o idiota que teve a ideia de fazer uma mensagem assim!

Primeiro exemplo de Spam ridículo

Primeiro exemplo de Spam ridículo

Para começo de história, eu estou solteiro. Não sou casado, não estou namorando… como posso estar sendo traído? Mas tudo bem, o Spammer não teria como saber disso. Porém, ele cometeu um erro muito pior.

Atente para o endereço de e-mail do remetente: communications_msn_cs_ptbr @microsoft.windowslive.com. Pera aí um instante! A Microsoft me enviou esse email? Eu conhecia o Windows Live Messenger mas nunca ouvi falar do Windows Live Corno! O guarda de trânsito da novela Caminho das Índias bem que precisava de um desses. Será que a versão Premium dá o nome do Ricardão?

Presado Spammer, favor tomar mais cuidado ao enviar a porcaria da mensagem, ou será ridicularizado por um garoto de 16 anos num blog. Passar bem!

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H1N1: Um dia de máscara

Máscara de proteção

Máscara de proteção

Gente, como está na mídia, o virus da Influenza A H1N1 está atacando. E como as pessoas estão alarmadas ao ponto de acharem que estão com gripe suína por causa da sua unha encravada, eu decidi fazer um teste hoje.

Voltando da casa de uma amiga, por volta de meio-dia e meia, eu vesti uma máscara cirúrgica e fui andando o caminho da casa dela até a minha (5 quarteirões pela avenida Domingos Ferreira e mais 3 quarteirões entrando), uma caminhada de aproximadamente 10 minutos, andando devagar. Estava bastante curioso para saber a reação das pessoas na rua, imaginando como uma pessoa com H1N1 se sente ao andar na rua com a máscara.

Um pouco constrangido, saí do prédio e coloquei a máscara. Logo antes do primeiro cruzamento, ultrapassei duas garotas que voltavam do colégio. Uma delas falou “eita, é gripe suína!”, enquanto a outra simplesmente riu. A primeira garota, ficou superpreocupada e a outra só ria. Continuei andando.

A seguir, passei por uma parada de ônibus lotada. Preferi passar pelos fundos da parada, para não causar nenhum estardalhasso, mas ainda assim, as pessoas se distanciaram ao ver que eu estava passando. E não foi diferente no resto do caminho: as pessoas que vinham em minha direção sempre desviavam ligeiramente o caminho para não passar perto. Parecia que eu estava doente, ou sei lá…

Durante a caminhada, uma moça perguntou “ah, é a gripe?”. A primeira ideia que me veio a cabeça foi dizer algo estúpido como “não, estou fingindo que estou gripado para escrever num blog” , mas depois eu percebi que essa resposta era possível ( :P ), e simplesmente concordei com a cabeça.

Pois é, infelizmente as pessoas tem muito preconceito. Foram poucas as pessoas que não desviaram de seu caminho (ou que não riram) durante minha caminhada.

Agora só faltava passar pelo colégio para chegar a casa. Imagine a cena: por volta de mil alunos saindo da aula e encontrando um garoto de máscara! E justamente um aluno! Mas vai ter que ficar só imaginando mesmo, pois nessa hora eu tirei a máscara. Era horário de saída, e minha cara-de-pau tem limites.

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O plástico-bolha infinito

Estava eu zapeando pela Internet quando me deparei com um anûncio “estoure o plástico-bolha“. Estranhei, mas a curiosidade falou mais alto e cliquei para estourar as bolhas. Logo em seguida, apareceu “conheça o ploc-ploc: o plástico-bolha infinito“!

Ao olhar, o site parecia ser alguma pegadinha para disseminar virus, mas decidi testar (apesar das pessoas morrerem de medo, é fácil não pegar um virus desses sites – é só saber como). Abri o site e vi que ele tinha um domínio .com.br e que era feito em Flash. Bons sinais. Após ver do que se tratava, percebi que era uma empresa idônea que realmente estava vendendo um produto na Internet,  então resolvi olhar sobre esse produto.

Com 8 bolhas eletrônicas, você estoura até seus dedos incharem!

Com 8 bolhas eletrônicas, você estoura até seus dedos incharem!

O produto em questão é o ploc-ploc, um plástico-bolha infinito. Parece entranho, mas é real. É um pequeno dispositivo eletrônico em forma de um pedaço de plástico-bolha, com oito bolhinhas que não estouram de verdade, mas passam a “sensação” de estouro, com uma caixinha de som embutida que faz o barulho de bolha estourando.

De início, eu pensei “que coisa idiota!”, “ninguém vai comprar algo assim!”, mas eu estava errado. O próprio site tem um contador de usuários que compram, e esse só inclui os que desejaram se registrar na “Plocosfera”. Pensei de novo, e decidi dar uma chance. Encomendei um ploc-ploc na cor branca, que chegou hoje, 3 dias depois, por e-sedex. De fato, ele está ao meu lado agora.

Gente, essa coisa é surpreendentemente divertida! Até parece que eu sou garoto propaganda, mas eu realmente gostei dessa coisa! Claro, não é a mesma coisa que um plástico-bolha real, mas ainda assim é interessante! Nas horas de stress, ele pode ser até útil… eu estou com ele há menos de 6 horas e já me pego apertando as bolhas loucamente sem nem perceber. A cada 100 estouros, ele faz um barulho extra, isso possibilita “competições” de “ploqueiros”.

É muita falta do que fazer: plástico-bolha eletrônico, comunidade virtual (Ploscosfera), competição de ploqueiros… mas é como diziam os filósofos: o bom vendedor é aquele que faz o produto mais inútil parecer um item de primeira necessidade. Estilo Polishop… :P

Acho que essa é a prova de que até a coisa mais inútil pode ser útil as vezes… e o pior: eu comprei e gostei! É uma inutilidade bastante divertida e que valeu a pena!

Mas eu sou um desocupado que vou te contar…

Eu apertando essas bolhinhas... é falta do que fazer!

Eu apertando essas bolhinhas... é falta do que fazer!

Olha aí o ploc-ploc na frente do blog Cisneiros por aí!

Olha o ploc-ploc na frente do blog Cisneiros por aí!

Desculpem pela qualidade das imagens, mas minha câmera quebrou… tive de usar uma webcam! A propósito: a campanha “doe um celular novo para o Cisneiros” está aberta! Contate-me para ajudar!

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Tudo que é bom dura pouco…

Pois é, férias acabando. Pelo menos para o pessoal que ainda está na escola (eu incluso)!

Férias são aqueles dias onde você faz tudo que não faria num dia normal. Férias são aqueles dias em que as histórias que seus netos vão ouvir acontecem. Nas férias se faz de tudo: festas, praias, piscinas, shoppings, cinemas e outras coisas mais que não devo escrever aqui :P

Essas férias me deixaram muitas marcas. Foram cinco hematomas, um galo na cabeça, garganta rouca três vezes, cinco calos nos pés, coluna doida por incontáveis dias e muitas outras. Mas o segredo das férias é justamente esse: não se importar com isso. Temos de aproveitar cada segundo, pois, num piscar de olhos, termina.

Aí muitos vão falar “mas eu estou cansado!“. Pois bem, passe algum tempo fazendo nada. A arte de fazer nada é algo muito importante. É a hora em que você fica em paz consigo, que você fica alheio ao mundo exterior e passa horas, sozinho, fazendo uma das mais acalmantes atividades que um homem pode fazer: nada.

Outra coisa que acontece muito nas férias: você gasta dinheiro. Eu, pessoalmente, gasto mais dinheiro em um mês de férias do que em 3 meses comuns. A prova disso é que eu terminei o mês de julho devendo dinheiro a dois amigos, quando, geralmente, eu quem empresto dinheiro (já fui chamado de “agiota da turma” :P ). Lembra aquele dinheiro que você junta há 5 meses para comprar alguma coisa cara que você quer? Compre antes das férias, ou era uma vez.

Independente se é de estudo ou de trabalho, férias também é o tempo da organização. Sempre que está perto de voltar as atividades normais, todo estudante ou profissional compra caneta, lápis, borracha, material de estudo/escritório, et cétera. No primeiro dia, você tem uma bolsa arrumada, com tudo no lugar, brilhando tanto que, quando bate a luz do sol, ofusca a visão do companheiro ao lado. Um mês depois, na bolsa de 95% dessas pessoas, há papel amassado, a caneta sumiu, o lápis está sem ponta, o caderno está com as folhas rasgadas e a bolsa está empoeirada.

Ah, se você faz parte dos outros 5% que não estão nesse estado (ou perto dele, pelo menos), você é muito chato!

Bem, pessoal, bom fim de férias para quem está, e quem não está, há sempre o final do ano… :D

Felicidades!

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Elevador: sinônimo de afrodisíaco

Eu pensei bastante sobre como escrever este artigo, por isso a demora na sua publicação, mas aqui está ele! :P

Muitos de vocês devem assistir seriados e novelas, estou certo? Quantas são as cenas românticas que acontecem em elevadores? É aquela cena clássica: Zezinho encontra com Zezinha no elevador. Eles se olham, trocam algumas palavras e, de repente, eles estão se beijando e se agarrando lá dentro.

É bem possível que algum de vocês já tenha até passado por essa situação (eu já passei). Aparentemente o elevador tem, eu seu sistema circulatório de ar, algum afrodisíaco poderoso que tira as pessoas do controle de seus movimentos. Lá está ele e lá está ela. Poderiam estar em qualquer lugar, mas não: estão no elevador. De repente, pá-pum-pá! Já foi.

“Tá, mas e dái?”, você pergunta. “Por que toda essa introdução?”

Neste domingo, voltando de um evento, eu cheguei a minha casa por volta das 22:30. Eu estava bastante cansado e queria desesperadamente subir e relaxar. Porém, para atingir tal objetivo, como eu disse, eu precisava “subir”, ou seja, usar o elevador. Lá estava eu, inocentemente, pressionando o botão para chamá-lo.

O elevador, que vinha do andar 23, passou direto e foi até o subsolo. Alguns instantes depois, ele subiu e parou no pilotis, onde eu estava. Nesse momento eu presenciei uma cena que me marcou.

Havia um casal (de adultos) na seguinte posição: ele estava encostado no canto do elevador com os braços em volta da cintura da amada. Já ela estava de frente para ele, com seus braços por cima dos ombros do rapaz, aproximando-se cada vez mais. Qualquer idiota pessoa perceberia o que estava acontecendo: era a Magia do Elevador entrando em ação. O casal estava prestes a penetrar no mundo da luxúria que tal ambiente proporciona. Porém, ao notarem a minha presença na porta, eles se soltaram imediatamente, e eu entrei, meio sem jeito, segurando o riso.

A situação já é cômica por si só, mas, como diz Murphy, quando pode piorar, vai piorar!

Enquanto o elevador subia, o homem, não satisfeito com sua situação, tenta remediar com a seguinte frase:

Pois é, amor. Essa espinha no meu rosto está realmente grande…

Foi quase impossível me segurar nessa hora! Ao tentar consertar a situação, obviamente ele só piorou! Quando o elevador parou no sétimo andar e eu desci, eu só consegui falar “Boa noite”. Ah, e falei entre os dentes, pois, se abrisse a boca, cairia na gargalhada. Eles responderam com outro “Boa noite” e eu saí do “santuário”.

Sabe-se lá o que aconteceu naquele elevador quando eu fui embora…

PS.: Parando para pensar, uma profissão que deve ser bastante recompensante é a de porteiro. O cara passa o dia olhando para as câmeras nos elevadores! É como um Big  Brother, mas ao invés da Grazzi ou da Funny, é a Cláudia do 401 ou a Fernanda do 1202! E sem censura!

PS2.: Nesse dia eu estava voltando do SuperHeroCon, convensão se super-herois. Quem quiser me ver de cosplay (fantasiado), sinta-se a vontade!

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Detalhes… quem liga para eles?

Sabe quando você tem uma história incrível para contar, mas sempre tem um detalhezinho que você faz questão de omitir? Seja por vergonha ou para causar mais impácto, ninguem conta uma história na sua totalidade: sempre alguma informação é retirada para causar algum efeito.

Eu, humano como a maioria de vocês que leem o meu blog, não fujo à regra. Hoje a tarde fui comprar ingressos para um evento que ocorrerá este fim-de-semana (SuperHeroCon! Sim, eu gosto de animes!). Aproveitei para encontrar com uma pessoa em especial, o Marcello. Aí está um relato do meu dia para uma amiga:

Danie (F) diz (20:46):
Como foi na casa de “Marcelo”?
P.S.- quem é esse?

Cisneiros diz (20:47):
É um cara que eu não conhecia na vida real e conheci hoje XD

Danie (F) diz (20:47):
tu fosse na casa de um completo estranho?

Cisneiros diz (20:48):
Não, eu conheço-o há quase um ano
Na internet (=D)

Danie (F) diz (20:48):
Cara, isso não importa! Vc não vê o noticiário?

Cisneiros diz (20:48):
E ele é amigo do meu amigo Petrus na vida real, mas isso tira a emoção dá história (._.)

Reparem na queda de impacto com a última frase! Uma história como essa renderia vários “uaus!” e “nooossa!”, mas não, ela tem de insistir em saber a verdade!

A vida seria tão melhor se fosse mais dramática…

Então Cisneiros, olhando para aquele computador a sua frente, deparava-se com o editor de textos do seu blog. Ansioso e, ao mesmo tempo, assustado, imaginava como terminar o seu post no blog. O tic-tac do relógio influenciava cada decisão sua. Ele sabia que a hora da verdade havera chegado. Não havia mais volta. Ele teria de clicar naquele enorme e piscante botão azul, com os dizeres “Publicar”, dizeres que deixavam sua mente confusa. Era chegada a hora.

É, acho que alguns detalhes, como meus textos dramáticos, deveriam ser omitidos… para bem da humanidade.

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Quando pode dar errado, vai dar!

Olá pessoal! Há tempos que não nos falamos, não é? Bem, com a chegada das férias eu tenho passado pouco tempo em casa (menos de um terço das férias eu estive em casa, na verdade) e tenho tido pouco tempo para escrever. Como eu detesto blogs desatualizados (e acho que não sou o único), é hora de pegar o pique denovo!

Mas você deve estar se perguntando “o que o título desse post tem a ver com a história”, estou certo? Se não estou, que se dane! Vou responder mesmo assim.

Ontem eu fui fazer uma reorganização no meu quarto. Mudei tudo de lugar (menos a TV, pois é presa na parede – por enquanto!). Até aí tudo bem, mas o meu computador anda meio temperamental e aqui começam meus problemas. Durante a mudança, enquanto eu levava a mesa em que ele fica, ela bateu na parede e, provavelmente, algo dentro do computador saiu do lugar, pois este não queria mais ligar.

Eu fiquei desesperado! Tentei várias vezes, mas nada… aí eu me lembrei dos dizeres de um amigo meu:

Quando ignorância não resolve o problema é por que você não usou o suficiente.

Não pensei duas vezes e dei uma porrada no gabinete! E funcionou! Pelo menos, em parte. Agora o PC estava ligando, mas ele ficava apitando sem parar, sinal de problema na memória. Tentei chacoalhar algumas vezes, e isso fazia o PC ora apitar por memória, ora ficar sem ligar, como estava antes.

Chegou a um ponto que eu disse “ok, hora de vencer a preguiça e abrir o PC”. Agora tudo começou a piorar!

Quando eu não preciso delas, eu vivo encontrando as 4 chaves-de-fenda que existem no meu quarto. Sempre que procuro por alguma coisa (um carregador, um cabo, um baralho, uma cueca…) eu encontro essas chaves de fenda! Mas quando eu preciso de uma para soltar o parafuso, cadê? Elas simplesmente desapareceram! Rodei a casa toda, perguntei a todos que estavam em casa e nada! Procurei como um condenado, mas as chaves se desentegraram.

“Calma, Alexandre”, eu pensei. “Você ainda tem aqueles dois alicates!” – Um raio de esperança entrou em minha mente. Pena que não durou muito.

Quando eu não preciso de alicates, eles estão até nos meus sonhos! Mas quando eu preciso de um para soltar o parafuso, cadê? Pode parecer piada, mas não achei os alicates! Aí sim eu surtei… comecei a andar de um lado para o outro na sala, pensando. Vez por outra eu ia no quarto, rezava, batia no gabinete e tentava ligar. Nada.

Se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará.

– Murphy

Um agravante para isso é o fato de que eu tinha muita coisa para fazer no computador. Eu tinha acabado de terminar um jogo (no Nintendo DS :P ) e queria baixar a continuação dele. Eu queria escrever no blog. Eu queria ler meus e-mails. Eu estava em casa, praticamente só, sem o que fazer.

Minha salvação foi o zelador (putz, que gay!). De qualquer forma, depois de 3 horas, o zelador apareceu e eu pude pedir um alicate a ele. Ele ficou de me emprestar e, muito prestativo, trouxe 1 hora e meia depois! Não que eu esteja reclamando, pois sem ele eu não estaria escrevendo agora no blog. Valeu, zelador!

Mas eu acho que uma lição foi aprendida nisso tudo. Quando contei essa história para um amigo meu ele disse: “Tá vendo? A lição foi que você tem de ser mais organizado e guardar seu material em lugar que você encontre depois, não foi?”

Eu olhei para ele e ri. “Claro que não!”

Ele ficou sem entender até eu explicar que a lição é que, a partir de hoje, eu tirei os parafusos do PC, pois se precisar abrir, não será necessário tudo isso! Não era óbivo?

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