Jogando Poker
[Sim, eu passei duas semanas sem mexer no blog, mas eu trabalhei para caramba! Mas agora estou com tempo livre, e vou voltar a esrever regularmente. Para compensar o tempo perdido, uma história que ocorreu comigo. Uma lição e também um exemplo de como qualquer história pode ser épica. É só saber contar!]
Estava eu jogando Poker. Apesar da concentração, eu não estava jogando bem aquele dia. A sorte parecia não sorrir para mim. Minhas fichas estavam acabando e eu tinha de jogar com cautela. Aquela poderia ser minha última rodada.
O carteador dá as cartas. Duas delas sob minhas mãos. Quando eu verifico as cartas, nenhum jogo “pronto” em minhas mãos. Eu estava dependendo da sorte. Quando a situação não poderia piorar, eu pensava, um jogador decidiu apostar muito mais do que eu poderia arriscar. Eu estava em um beco sem saída.
Minhas duas opções: desistir daquela mão e esperar a próxima rodada ou jogar “all-in”, apostando tudo que tinha, e rezar. Eu estava prestes a desistir. Não valeria à pena o risco de perder tudo. De repente eu olho para minha mão.
A imagem mental de uma pessoa me vem a cabeça: minha amiga, Dani. Em minhas mãos, mostrava-se a carta Dama de Copas, a favorita dela. Era chegada minha vez. Parei, pensei e falei para mim mesmo: “Dani, em tuas mãos, ponho meu destino.” Joguei “all-in”.
Apostei tudo que tinha, e o carteador começa a dar as cartas. Uma a uma, os outros jogadores apostavam, enquanto eu só observava. Agora, não havia mais volta.

No fim, a surpresa: a sorte sorriu e eu ganhei.
Agora, só posso fazer uma coisa: agradecer. Depois dessa mão, recuperei a coragem e a determinação, e segui jogando, uma tarde que me rendeu várias vitórias, mas a maior delas foi a lição que aprendi. Siga seus insintos. A jogada mais ousada pode trazer o melhor e mais inesperado resultado.

“não há de quê”