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	<title>Cisneiros por aí &#187; Alexandre Cisneiros Filho</title>
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	<description>Crônicas e pensamentos do dia-a-dia</description>
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		<title>Rapidinhas do Cisneiros #17: Eminem</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 04:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Cisneiros Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava aqui assistindo (e tuitando sobre) o Grammy e pensei numa coisa. Sabem o rapper Eminem? Eu sempre quis saber porque esse cara nunca está feliz! Em todas as músicas dele, ele canta como se estivesse dando um esporro num estuprador de criancinhas! Hoje, mesmo depois de ganhar um Grammy, ele não demonstrou sinal algum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava aqui assistindo<span style="text-decoration: line-through;"> (e tuitando sobre)</span> o <strong>Grammy</strong> e pensei numa coisa. Sabem o rapper <strong>Eminem</strong>? Eu sempre quis saber porque esse <strong>cara nunca está feliz</strong>! Em todas as músicas dele, ele canta como se estivesse dando um <strong>esporro num estuprador de criancinhas</strong>! Hoje, mesmo depois de ganhar um Grammy, ele não demonstrou sinal algum de projeto de felicidade!</p>
<p>Fico imaginando como deve ser <strong>conviver</strong> com ele. Imagina esse cara dando <strong>bom dia</strong>? Se o dia era bom, quando ele grita &#8220;BOM DIAAAAA!&#8221;, o dia não é mais bom. E num <strong>aniversário</strong>, então? Imagina o Eminem cantando <strong>&#8220;Parabéns para você&#8221;</strong>! Eu diria <em>&#8220;Calma, espera, não sou eu o aniversariante, juro, não grita comigo!&#8221;</em></p>
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		<title>Taxistas que conversam&#8230; sozinhos!</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 02:19:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Cisneiros Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[taxi]]></category>

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		<description><![CDATA[Como sabem, eu (ainda) não dirijo. Por isso, dependo sempre de meios de transporte alheios a mim para ir aonde quero. Caronas com os pais, com amigos ou com motorista são convenientes. Ônibus são baratos e suprem as necessidades durante o dia. Mas há um meio de transporte em particular que uso com certa frequência: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como sabem, eu (ainda) não dirijo. Por isso, dependo sempre de <strong>meios de transporte alheios </strong>a mim para ir aonde quero. Caronas com os pais, com amigos ou com motorista são convenientes. Ônibus são baratos e suprem as necessidades durante o dia. Mas há um meio de transporte em particular que uso com certa frequência: o <strong>taxi</strong>.</p>
<p>O taxi é conveniente pelo fato de que você viaja <strong>sozinho</strong> (fora o motorista), sem dividir o espaço com os outros. A parte ruim é, logicamente, o <strong>preço</strong>. Apesar de Recife ter tarifas de taxi consideradas baixas em relação a outros lugares do Brasil, com dois reais um ônibus te leva do centro da cidade ao terminal de Setúbal, e um taxi <strong>não deixa nem você entrar</strong>. Mas isso não me incomoda muito no taxi, já me acostumei com os preços. O que incomoda são alguns <strong>motoristas de taxi</strong>.</p>
<p>Não tenho nada contra quem dirige taxi, pelo contrário, me salvaram diversas vezes. Mas é que o motorista de taxi faz uma <strong>pré-suposição</strong> que nem sempre está correta: que<strong> o cliente quer conversar</strong>. Sim, nada de errado em conversar, mas as vezes você está cansado, chateado ou simplesmente não quer abrir a boca: quer só chegar a sua casa. E parece que eles adivinham esses momentos, pois <strong>quando você menos quer</strong>, começa a conversa. Antes que achem que eu sou estupidamente chato, quero dizer que geralmente não me incomodo em conversar no taxi, até gosto (dependendo do assunto). Mas duas coisas chamam minha atenção em corridas de taxi.</p>
<p>A primeira é quando o taxista tem uma opinião<strong> totalmente oposta </strong>à sua. Por exemplo: eu votei em Serra e o taxista votou em Dilma. Em situações normais, eu falaria de política defendendo meu candidato, as visões dele. Mas pare para pensar: o interlocutor está ao volante e você é impotente naquele veículo. Sabe-se lá se o cidadão tem um ódio mortal do PSDB? Vai que ele é PTista ferrenho? Ele não vai gostar dos meus argumentos, pode<strong> se irritar</strong> comigo. Isso pode seriamente afetar tanto o humor do cara (que pode parar o carro e dizer &#8220;desce&#8221;) quanto a atenção dele na estrada. E, se ele começar a defender com vigor um ponto de vista, as chances de <strong>perder o controle do carro </strong>ou <strong>bater </strong>por acidente aumentam consideravelmente! Por isso, dentro de taxi eu viro PTista, viro evangélico, viro ateu, viro naturista, enfim: <strong>concordo com o que quer que seja que o taxista comentar</strong>.</p>
<p>O segundo ponto que me chama a atenção (e esse me irrita um pouco) é quando o taxista não está satisfeito em conversar. Ele quer <strong>conversar sozinho</strong>! Ele fala, fala, fala, fala&#8230; E não deixa você falar. Muitas vezes eu entrei num taxi achando que o cara iria conversar comigo, mas tudo não passou de um <strong>monólogo</strong>. E isso geralmente ocorre em corridas grandes: quando é daqui para ali, ele fica quietinho, mas quando é de Candeias para o Pina, muitas vezes ele liga o <strong>modo metralhadora</strong> e fala sem parar.</p>
<p>E sei que não estou exagerando pois baseio tudo isso em <strong>fatos reais</strong>, e um deles bem recente. Escrevi esse texto logo após voltar da casa de minha namorada. Adivinhem como eu voltei? Sim, de taxi. Ao entrar, fiz o seguinte comentário:</p>
<blockquote><p>Engraçado, calçaram essa rua inteirinha menos esse pedaço em que estamos, e a prefeitura dá a rua como inteiramente calçada.</p></blockquote>
<p><strong>Pronto</strong>, só isso foi necessário. Essa foi a fala de que mais me arrependi o dia inteiro. Bastaram essas palavras para o taxista falar a viagem inteira! A conversa estava tão grande que começou nesse assunto e terminou com ele contando sobre <strong>a mulher que vende galinhas perto da casa dele</strong>. Tá, tudo bem se fosse uma conversa, mas ele não me deixava falar! O máximo que conseguia fazer era, como sempre, <strong>concordar</strong>. Eu nunca disse tantas vezes <strong>&#8220;aham&#8221;</strong>, <strong>&#8220;é verdade&#8221; </strong>e <strong>&#8220;concordo&#8221; </strong>na minha vida, tenho certeza!</p>
<p>Enfim, cheguei a minha casa, paguei e pronto, o monólogo terminou. Agora não me deixe aqui com cara de taxista que fala sozinho! <strong>Participe</strong> também pelos comentários, conte suas histórias de taxista, todo mundo tem uma para dividir! <img src='http://blog.cisneiros.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Rapidinhas do Cisneiros #16: Compra Coletiva e Comida Japonesa</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 02:22:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Cisneiros Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[compra coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[falha]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[promoção]]></category>

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		<description><![CDATA[A nova moda na Internet agora é a tal da Compra Coletiva. Começou com um site, outro, e agora não para mais! Eu não aguento mais sites de compra coletiva! CHEGA! Mas o que realmente não entendo é a nomenclatura de tais sites. Peixe Urbano, Peixe na Rede, Peixe o Escambau! Vou abrir meu próprio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A nova moda na Internet agora é a tal da <strong>Compra Coletiva</strong>. Começou com um site, outro, e agora não para mais! Eu <strong>não aguento</strong> mais sites de compra coletiva! <strong>CHEGA! </strong>Mas o que realmente não entendo é a <strong>nomenclatura</strong> de tais sites. Peixe Urbano, Peixe na Rede, Peixe o Escambau! Vou abrir meu próprio site de Compras Coletivas, vai se chamar <strong>Peixe Cru</strong>, e só vai vender sushi!</p>
<p>Falando em <strong>sushi</strong>, notaram que a moda do peixe cru pegou no Recife? Do nada surgiram dezenas de sushi-bars. Se isso não era o suficiente, chegou a mania do <strong>temaki</strong>, aquele &#8220;sorvete-casquinha de peixe cru com casquinha mole&#8221; que vende por aí. Há um ano, mais ou menos, ninguém quase sabia o que diabos era um temaki. Hoje, tem temakeria <strong>em tudo quanto é esquina</strong>! Estamos em Recife ou em Tóquio?</p>
<p>Quando eu achava parava aí, porque não experimentar a <strong>fusão</strong>? Sites de compra coletiva que vendem desconto em sushi/temaki. O dia que você pensar em fazer algo assim, por favor, tenha bom senso e saiba que <strong>você não está inovando</strong>. Alguém já fez isso antes. <strong>MUITO!</strong> Agora com licença, vou ligar para a Go! Temakeria e pedir um temaki com o cupom do Peixe na Rede que comprei.</p>
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		<title>Cisneiros estava em hiatus&#8230; Mas passou na Federal!</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Jan 2011 02:07:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Cisneiros Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[colégio]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[vestibular]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá! Sentiu minha falta? Eu detesto quem escreve um blog, passa um tempão fora e depois posta para se desculpar e dizer que faz tempo que não atualiza. Mas deixando esse fato de lado, tenho algo a dizer. Queria pedir desculpas por fazer tempo que não atualizo o Blog Cisneiros por aí. Hahahaha Piadas à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Olá! Sentiu minha falta?</strong> Eu detesto quem escreve um blog, passa um tempão fora e depois posta para se desculpar e dizer que faz tempo que não atualiza. Mas deixando esse fato de lado, tenho algo a dizer. Queria pedir desculpas por fazer tempo que não atualizo o Blog Cisneiros por aí. Hahahaha <img src='http://blog.cisneiros.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Piadas à parte, eu realmente deixei o blog de lado por um bom tempo. O motivo não é segredo: <strong>Vestibular</strong>. O segundo semestre de 2010 foi bastante corrido, com provas, simulados e o escambau ao quadrado acontecendo, o que me deixou totalmente<strong> sem tempo</strong><del datetime="2011-01-23T02:22:32+00:00"> (e criatividade)</del> para postar algum texto por aqui. Infelizmente parei de escrever, mas até que valeu à pena: <strong>p</strong><strong>assei em Ciência da Computação na UFPE </strong>(e Engenharia da Computação na UPE)! Mas eu gostaria de reviver meu blog falando, justamente, sobre esse tema!</p>
<p>O temido Vestibular. O terror dos alunos, o vilão dos estudantes! Há quem fique totalmente tenso desde o primeiro ano, faz promessa para santo, vai se benzer, procura macumbeira, enfim: faz tudo para passar por esse &#8220;tão difícil&#8221; momento. Mas eu quero sinceramente dizer que não é tão ruim quanto fazem parecer. Sim, você perde uma festa ou outra porque tem prova no outro dia, mas não é o fim do mundo.</p>
<p>Eu, por exemplo, no segundo semestre de 2010, conheci mais gente, saí mais, passei fins de semana chegando em casa às 7 da manhã. Namorei bastante, realizei projetos pessoais e de trabalhos. Não fiz cursinhos, nem enchi minha agenda de aulas e mais aulas extras até a garganta. Prometi a mim mesmo que o Vestibular<strong> não iria afetar </strong>minhas decisões em relação à programação que eu quisesse fazer com amigos, família ou em relação a trabalhos. O resultado disso? Me diverti bastante e fui aprovado na <strong>Federal</strong>. <em>&#8220;Ah, você quer se fazer de gênio, seu boçal miseravel dos infernos!&#8221;</em> <strong>De jeito algum, pelo contrário!</strong> Só porque eu saio, festejo e me divirto, não quer dizer que sou um irresponsável inútil que não dá a mínima pelos estudos. Sempre achei que sem estudo <strong>ninguém</strong> vai a lugar algum<del datetime="2011-01-23T02:22:32+00:00"> (menos se jogar futebol)</del>.</p>
<p>O que quero é usar meu exemplo para dizer que o Vestibular não é esse monstro que muitos criam. Se você tem uma <strong>base sólida</strong>, <strong>presta atenção nas aulas</strong> (de verdade) e <strong>se dedica</strong>, você tem altas chances de passar. Não é 100% garantido, pois há outros fatores que podem influenciar, mas em resumo, é isso. Sua rotina será afetada, sim, mas não precisa ser radicalmente modificada. Eu mesmo, parei com o blog mais por falta de criatividade (mente focada em assuntos de colégio) do que pelo tempo, no início. Depois, como já estava parado, decidi dar um tempo para descansar a mente e focar no Vestibular. Mas, em suma, é isso:<strong> base, atenção e dedicação</strong>. Claro, uns cursos exigem mais que outros, mas esses fatores eu tenho certeza que são decisivos.</p>
<p>Enfim, quero dizer que estou de volta e pretendo voltar a atualizar o blog. Se vai acontecer ou não, só Deus sabe. Mas eu pretendo! <img src='http://blog.cisneiros.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Seja re-bem-vindo! HAHA <img src='http://blog.cisneiros.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 394px"><a href="http://www.facebook.com/photo.php?pid=31448631&amp;l=b92642d7eb&amp;id=1010578136"><img class=" " title="Comemoração da aprovação na UFPE" src="http://sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc6/hs255.snc6/180389_1661835258327_1010578136_31448631_4424810_n.jpg" alt="Comemoração da aprovação no Vestibular 2011.1 da UFPE, em Ciência da Computação!" width="384" height="288" /></a><p class="wp-caption-text">Comemoração da aprovação no Vestibular 2011.1 da UFPE, em Ciência da Computação!</p></div>
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		<title>Rapidinhas do Cisneiros #15: Doação espontânea?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 22:37:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Cisneiros Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia desses passei na McDonnald&#8217;s para comer com uns amigos. Na hora de pagar a conta (que deu quartorze reais e alguns centavos), eu paguei com R$ 15,00. O vendedor, ao receber meu dinheiro fez a seguinte pergunta: O senhor gostaria de doar o seu troco para ajudar às criancinhas com câncer? Sem querer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia desses passei na <strong>McDonnald&#8217;s</strong> para comer com uns amigos. Na hora de pagar a conta (que deu <strong>quartorze reais e alguns centavos</strong>), eu paguei com <strong>R$ 15,00</strong>. O vendedor, ao receber meu dinheiro fez a seguinte <strong>pergunta</strong>:</p>
<blockquote><p>O senhor gostaria de <strong>doar </strong>o seu troco para ajudar às <strong>criancinhas com câncer</strong>?</p></blockquote>
<p>Sem querer ser chato, mas preste atenção na realidade: isso não foi uma <strong>pergunta</strong>, mas sim uma <strong>afirmação</strong>! Numa fila enorme, cheia de gente, incluindo senhoras e crianças, <strong>quem </strong>vai negar algumas moedas para criancinhas com câncer? Ele está, na verdade, praticamente <strong>obrigando o cliente</strong> a doar seu troco! Imagina só a fama de mão-de-vaca que uma pessoa que disser &#8220;não&#8221; vai receber?</p>
<p><strong>Moral da história:</strong> se não quiser fazer uma doação espontânea, <strong>pague no cartão</strong>. Ou nunca mais verá moedas de novo na McDonnald&#8217;s.</p>
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		<title>Rapidinhas do Cisneiros #14: Novo tipo de Pipoca</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 00:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Cisneiros Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[falha]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Há quase um ano, eu escrevi um texto sobre propagandas que não deram certo. Hoje, fui ao Shopping Guararapes (objetivo: dançar na Pump It Up) e notei algo, no mínimo, estranho. Você, caro leitor, deve conhecer vários tipos de pipoca. Existe pipoca comum, pipoca doce, pipoca de micro-ondas, pipoca de panela, e por aí vai. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Há quase um ano</strong>, eu escrevi um texto sobre <a title="Propagandas que não dão certo" href="http://blog.cisneiros.com/propagandas-que-nao-dao-certo/#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed">propagandas que não deram certo</a>. Hoje, fui ao Shopping Guararapes <em>(objetivo: dançar na Pump It Up) </em>e notei algo, no mínimo, <strong>estranho</strong>.</p>
<p>Você, caro leitor, deve conhecer vários tipos de <strong>pipoca</strong>. Existe pipoca <strong>comum</strong>, pipoca <strong>doce</strong>, pipoca de <strong>micro-ondas</strong>, pipoca de <strong>panela</strong>, e por aí vai. Hoje eu conheci no Shopping <strong>um novo tipo de pipoca</strong>. Veja você mesmo:</p>
<div id="attachment_393" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blog.cisneiros.com/wp-content/uploads/2010/05/22052010001.jpg#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed"><img class="size-medium wp-image-393 " title="Popcorn Laser" src="http://blog.cisneiros.com/wp-content/uploads/2010/05/22052010001-300x225.jpg" alt="Popcorn Laser" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Pipoca a Laser, a pipoca que fica pronta na hora e não gasta muita tinta!</p></div>
<p>Sim, senhoras, senhores, senhoritas e pronomes de tratamento em geral: <strong>Pipoca Laser</strong>! Deve ser um novo tipo de pipoca recém-descoberto pelos cientístas britânicos ou algo assim. Essa teconlogia de recombinação de DNA é boa mesmo! Eu fico imaginando como se faz a <strong>propaganda </strong>de um produto como esse!</p>
<blockquote><p>Compre agora a sua <strong>Pipoca Laser</strong>! Ela é mais econômica, mais prática, gasta menos tinta e polui menos o meio ambiente. E não esqueça: na hora de recarregar, use <strong>manteiga e sal originais HP</strong> &#8211; duram até 3 vezes mais e têm garantia!</p></blockquote>
<p>Esse não foi um produto com <strong>nome muito feliz</strong>&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Língua Portuguesa: “Estupro” ou “Estrupo”?</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 01:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Cisneiros Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[colégio]]></category>
		<category><![CDATA[Língua Portuguêsa]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[sacadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele é o inimigo dos professores de português. Ele é o terror dos corretores de redação. Ele é o vilão que ataca a nota do aluno. Ele é o Barbarismo. Aos que não sabem, não lembram ou não dão a mínima, &#8220;barbarismo&#8221; é todo erro crasso da língua portuguesa, erros que apontam marca viciosa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Ele é o inimigo dos professores de português. Ele é o terror dos corretores de <span>redação</span>. Ele é o vilão que ataca a nota do aluno. Ele é o Barbarismo. Aos que não sabem, não lembram ou não dão a mínima, &#8220;<strong>barbarismo</strong>&#8221; é todo <strong>erro crasso</strong> da língua portuguesa, erros que apontam marca viciosa de oralidade. Exemplo: &#8220;Eu hoje estou <span>menas</span></span><em> (sic) </em><span>doente&#8221;. &#8220;Menos&#8221; é um advérbio, e todo <span>advérvbio</span> é invariável. Logo, &#8220;<span>menas</span>&#8221; não existe.</span></p>
<p><span>Porém há alguns pontos nos quais eu <strong>discordo </strong>do o que é ensinado nos colégios. Há expressões que <strong>aparentemente </strong>são erradas, mas, na verdade, elas apresentam<strong> coerência com a ideia</strong> que o escritor ou falante quer passar. E um exemplo desse caso é a palavra<strong> &#8220;estupro&#8221;</strong>. <span>Doi</span> o ouvido de qualquer professor de <span>redação</span> quando ele ouve seu aluno falando &#8220;<span>estrupo</span>&#8220;, &#8220;<span>estrupada</span>&#8220;, <span>&#8220;estrupar</span>&#8220;. Mas eu acho que a forma <strong>&#8220;<span>estrupo</span>&#8220;</strong> não é <span>incorreta</span>.</span></p>
<p><span>Pare para analisar: quando alguém diz que foi<strong> &#8220;<span>estrupada</span>&#8220;</strong>, o que vem a sua cabeça? A forma com que a palavra &#8220;<span>estrupo</span>&#8221; soa, você imagina algo <strong>violento</strong>, um bandido sedento abusando ferozmente de uma pobre donzela em perigo, com toda uma malícia e um desejo carnívoro. Um &#8220;<span>estrupo</span>&#8221; é algo terrível, algo horrendo, algo quase fatal.</span></p>
<p>Já quando alguém chega com todo o garbo e elegância e fala que alguém foi<strong> &#8220;estuprada&#8221;</strong>&#8230; não passa a mesma mensagem! &#8220;Estuprador&#8221;, sinceramente, parece nome de <strong>profissão</strong>. É uma palavra que <strong>soa bem</strong>, e não transmite a ferocidade de um abuso sexual desse calibre. Eu imagino uma cena assim:</p>
<blockquote><p><span>Boa noite, tudo bom? Prazer, meu nome é Fernando Silva e eu sou um <strong><span>estuprador</span></strong>. Poderia dedicar alguns minutos de sua atenção para uma <span>seção</span> de sexo contra a sua vontade? Não? Ah, sinto muito, mas pela situação <span>atual</span> da minha posição, não posso permitir. Mas posso fazer uma oferta especial: se você decidir aceitar nos próximos 30 segundos, eu lhe dou esse cartão de fidelidade e um selo. Ao <span>coletar</span> 6 selos, você ganha uma dispensa do próximo estupro! Ah, e não esqueça, eu sou um <span>profissional</span> qualificado para o que vou fazer, com registo na OEAB (Organização dos <span>Estupradores</span> e Abusadores do Brasil) e usarei sempre <span>proteção</span>, pois a saúde vem em primeiro lugar.</span></p></blockquote>
<p><span>Professores e professoras, me desculpem, mas um &#8220;<span>estrupo</span>&#8220;</span> é muito mais <strong>coerente</strong>, muito mais contextualizado do que um &#8220;estupro&#8221;. A boa expressão é aquela que passa a mensagem, e um maléfico &#8220;estrupo&#8221; faz isso com maestria, ao contrário do recatado &#8220;estupro&#8221;.</p>
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		<title>Rapidinhas do Cisneiros #13: Ataque do Unicórnio Robô</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 17:51:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Cisneiros Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[diversão]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[jogo]]></category>
		<category><![CDATA[sacadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Esses dias estive ausente, por estar trabalhando e também por minha criatividade estar bloqueada devido a umas espectativas. Mas hoje quero mostrar um jogo que me apresentaram. Vejam só que jogo másculo! O nome: &#8220;O Ataque do Uncórnio Robô&#8221;. A história: encarne a pele desse unicórnio num mundo de céu azul, cheio de arco-íris e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esses dias estive ausente, por estar trabalhando e também por minha criatividade estar bloqueada devido a umas espectativas. Mas hoje quero mostrar um <strong>jogo</strong> que me apresentaram. Vejam só que jogo <strong>másculo</strong>! O nome:<strong> &#8220;O Ataque do Uncórnio Robô&#8221;</strong>.</p>
<p>A história: encarne a pele desse unicórnio num mundo de céu azul, cheio de arco-íris e de grama roxa. Você tem direito a três &#8220;desejos&#8221; (&#8220;vidas&#8221;) para conseguir seguir o seu destino e realizar os sonhos do seu coração (&#8220;ficar vivo&#8221;).</p>
<p>Como podem notar, é o jogo mais <strong>gay </strong>que ja vi na minha vida&#8230; mas é muito bom <em>(um dos melhores jogos em Flash que joguei em minha vida)</em>! Jogue duas vezes e vai viciar. Quem quiser conferir <a title="Jogo em flash muito bom!" href="http://games.adultswim.com/robot-unicorn-attack-twitchy-online-game.html" target="_blank"><strong>Robot Unicorn Attack</strong></a>, vale à pena. Eu fico por aqui, pois isso é uma Rapidinha <del datetime="2010-04-22T17:52:18+00:00">e eu quero voltar a jogar</del>.</p>
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		<title>Probabilidade é algo fácil! &#8211; Roleta Russa</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Apr 2010 00:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Cisneiros Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[jogo]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[sacadas]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos nós trabalhamos com probabilidades. É algo que usamos o tempo todo. É sempre bom ter informações como as chances de chover no dia, as chances de tirar notas boas para passar, as chances do sua chefe te dar aquele aumento que você pediu ontem, sem saber que ela estava de TPM e havia brigado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos nós trabalhamos com <strong>probabilidades</strong>. É algo que usamos o tempo todo. É sempre bom ter informações como as chances de chover no dia, as chances de tirar notas boas para passar, as chances do sua chefe te dar aquele aumento que você pediu ontem, sem saber que ela estava de TPM e havia brigado com o marido (cerca de 0,0033%, <strong>calculando com otimismo</strong>).</p>
<p>Probabilidade é uma coisa <strong>fácil</strong>. Vamos provar aqui que é algo simples, algo que uma criança conseguiria pensar. E, para isso, vamos usar um jogo conhecido como <strong>Roleta Russa</strong>. A maioria deve conhecer, mas deixe-me dar uma breve explicação. O jogo utiliza uma arma, geralmente uma de seis tiros. Em um dos espaços, é colocada uma bala, e os outros ficam vazios. A seguir, o canhão (onde as balas ficam) é girado e os jogadores, um a um, dão um tiro na sua cabeça. Obviamente, quando a bala sair em um desses tiros, o jogador deste turno perde.</p>
<p>Há <strong>duas variações</strong> principais nas regras:</p>
<ol>
<li>A bala é colocada e o canhão é girado. O <strong>primeiro jogador </strong>dá um tiro e suas chances de perder são <strong>1/6 (16%)</strong>. Se ele não perder, <strong>é a vez do segundo</strong>. Agora, as chances de ele perder são <strong>1/5 (20%)</strong>. O terceiro tem chances de 1/4 (25%), e assim sucessivamente. Se houver um sexto jogador e a vez dele chegar, logicamente, ele perderá, pois suas chances de perder serão de 1/1, ou seja, 100%.<br />
<span style="color: #ffffff;">. </span></li>
<li>A bala é colocada e o canhão é girado. O<strong> primeiro jogador </strong>dá um tiro e suas chances de perder são <strong>1/6 (16%)</strong>. Se ele não perder, <strong>o canhão é girado novamente, e é a vez do segundo</strong>. Como foi misturado de novo, as chances do segundo são, <strong>também, 1/6(16%)</strong>. Todos os outros jogadores também terão chances de 1/6 (16%) de perder.</li>
</ol>
<p>Agora vamos brincar com probabilidades. Se, na <strong>primeira modalidade</strong>, as chances vão diminuindo e, na <strong>segunda</strong>, as chances são constantes, é lógico que a segunda é mais <strong>justa</strong>, certo? Afinal, da primeira forma, o primeiro jogador tem 16% em chances de perder, o segundo tem 20%, o terceiro 25%, etc. Já na segunda modalidade, as chances de todos os jogadores é 16%, certo? <strong>Errado.</strong></p>
<p><strong></strong>A verdade é que o <strong>primeiro modo é mais justo</strong>, e neles todos tem chances iguais de perder. Vejamos o porquê. Analisando as chances de perda:</p>
<ul>
<li><strong>Primeiro jogador:</strong> 1/6 (16%)</li>
<li><strong>Segundo jogador: </strong>5/6 x 1/5 = 1/6 (16%)</li>
<li><strong>Terceiro jogador:</strong> 5/6 x 4/5 x 1/4 = 1/6 (16%)</li>
</ul>
<p>Não entendeu? Pense: o primeiro jogador tem chances de 1/6 de perder. Já o segundo jogador, na sua vez, tem 1/5. Mas <strong>para que chege a vez dele</strong>, o primeiro tem que ganhar. E as chances de o primeiro ganhar são 5/6. Então as chances verdadeiras são 5/6 x 1/5, que dá 1/6. O mesmo vale para o terceiro. Ele tem 1/4 em chances de, no seu turno, perder. Mas, <strong>para que seu turno chegue</strong>, é preciso que o primeiro e o segundo ganhem, e assim por diante.</p>
<p>Agora vamos analisar a segunda modalidade. Se eu disse que uma é justa, então essa deve ser a <strong>injusta</strong>. Olhando com atenção, é facil perceber que, quanto antes você jogar, melhores suas chances de vencer, certo? Afinal de contas, quando você der o tiro e vencer, você está livre, e as chances de a bala não sair depois da 2ª, 3ª, 4ª pessoas são pequenas, logo, quanto depois você jogar, menores suas chances de vida, não é? <strong>Errado de novo.</strong></p>
<p>É exatamente o contrário que ocorre. Quanto <strong>antes </strong>você jogar, <strong>maiores suas chances de perder</strong>. Analisando outra vez as chances de perda:</p>
<ul>
<li><strong>Primeiro jogador: </strong>1/6 (16%)</li>
<li><strong>Segundo jogador:</strong> 5/6 x 1/6 = 5/36 (13%)</li>
<li><strong>Terceiro jogador:</strong> 5/6 x 5/6 x 1/6 = 25/216 (11%)</li>
</ul>
<p>Não acompanhou? É simples: o primeiro jogador tem 1/6 (16%) em chances de perder. O segundo também tem 1/6 na sua vez, <strong>mas para que ele possa jogar</strong>, o primeiro tem que vencer, e as chances de isso acontecer são 5/6. Então as chances verdadeiras são 5/6 x 1/6, que dá aproximadamente 13%. Já o terceiro jogador, no seu turno, também tem 1/6 em chances de perder, mas,<strong> para que seu turno aconteça</strong>, os dois outros tem que vencer, e assim vai.</p>
<p>Isso prova que nem tudo que parece, é. A gente muitas vezes olha para o mundo com emoção, e deixa que isso supere o racional. Num jogo desses, aquele que usasse somente a razão teria uma chance de êxito bem maior do que alguém que não pensasse da mesma forma.</p>
<p><strong>O que aprendemos com isso?</strong> Ao meu ver, a lição é: quando estiver jogando Roleta Russa, se for jogar pela primeira modalidade, tanto faz, mas se for pela segunda, tente ser o último. Como eu acho que a maioria dos meus leitores não faz parte da Liga Internacional de Roleta Russa, eu acho que isso não foi algo muito <strong>engrandecedor </strong>nas suas vidas&#8230;</p>
<p>Então a verdadeira lição é: <strong>vá estudar probabilidades</strong>, pois você aparentemente não é bom nisso! E meta bronca em comentários!</p>
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		<title>Declaração de amor</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 23:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Cisneiros Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[falha]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>

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		<description><![CDATA[Ah, o amor. Sentimento tão bonito que une dois corpos separados em um só. Em todos os sentidos que você queira interpretar. A cultura atual possui várias determinações, e uma delas é que as pessoas que amam alguem devem demonstrar seu amor. Há várias formas de fazê-lo: desde as clássicas, como o bouquet de rosas, até as mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, o <strong>amor</strong>. Sentimento tão bonito que une dois corpos separados em um só. Em todos os sentidos que você queira interpretar. A cultura atual possui várias determinações, e uma delas é que as pessoas que amam alguem devem <strong>demonstrar seu amor</strong>. Há várias formas de fazê-lo: desde as clássicas, como o bouquet de rosas, até as mais elaboradas.</p>
<p>Quando vim morar no prédio que habito hoje, há pouco mais de um ano, uma das primeiras coisas que reparei ao olhar pela varanda foi uma frase escrita em letras garrafais em uma das ruas do cruzamento onde o prédio fica. A frase era <strong>&#8220;Te amo, Kinha&#8221;</strong>.</p>
<div>
<dl id="attachment_356" style="float: right; text-align: center; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; border-top-left-radius: 3px 3px; border-top-right-radius: 3px 3px; border-bottom-right-radius: 3px 3px; border-bottom-left-radius: 3px 3px; width: 160px; margin: 10px; border: 1px solid #dddddd;">
<dt><a href="http://blog.cisneiros.com/wp-content/uploads/2010/04/BlogPost-Declaracao-Kinha.jpg#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed"><img style="padding: 0px; margin: 0px; border: 0px none initial;" title="Declaração de amor para Kinha" src="http://blog.cisneiros.com/wp-content/uploads/2010/04/BlogPost-Declaracao-Kinha-150x86.jpg" alt="Coloquei o traçado em volta, pois está muito apagado." width="150" height="86" /></a></dt>
<dd style="font-size: 11px; line-height: 17px; padding-top: 0px; padding-right: 4px; padding-bottom: 5px; padding-left: 4px; margin: 0px;">Coloquei o traçado em volta, pois está muito apagado. Clique para aumentar.</dd>
</dl>
</div>
<p>Eu não acho que a ideia do amante (&#8220;amante&#8221; = pessoa que ama) em questão foi muito boa. Vamos analisar as possibilidades. Três coisas podem acontecer:</p>
<ol>
<li>Kinha <strong>gostava </strong>do rapaz e ficou <strong>lisongeada </strong>com a declaração. Ela achou muito lindo e ficou com o amante.</li>
<li>Kinha <strong>gostava</strong> do rapaz, mas achou a homenagem <strong>extravagante</strong>. Ela se irritou e terminou qualquer tipo de relação com o amante.</li>
<li>Kinha <strong>não gostava</strong> do rapaz, e depois disso passou a <strong>detestá-lo ainda mais</strong>, pois agora o vê como um perseguidor, alguém desagradavel.</li>
</ol>
<p>Das três possibilidades, duas são contra nosso guerreiro corajoso. A probabilidade está contra ele, mas probabilidade não quer dizer realidade, necessariamente. Ignorando outras variáveis, há 33,3% de chance de Kinha ter gostado da homenagem e ter ficado com o amante. <strong>Mas as coisas não terminam aí.</strong></p>
<p>Poucos dias antes da Semana Santa, ao voltar do colégio, olho pela varanda e me deparo com algo interessante:</p>
<div style="text-align: center;">
<dl id="attachment_357" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center; background-color: #f3f3f3; padding-top: 4px; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; border-top-left-radius: 3px 3px; border-top-right-radius: 3px 3px; border-bottom-right-radius: 3px 3px; border-bottom-left-radius: 3px 3px; width: 596px; border: 1px solid #dddddd;">
<dt><img style="padding: 0px; margin: 0px; border: 0px none initial;" title="Declaração de amor para Lívia" src="http://blog.cisneiros.com/wp-content/uploads/2010/04/29032010.jpg" alt="Dúvida: por que JUSTAMENTE a rua do meu prédio? Não há outros lugares para delcarar seu amor?" width="586" height="133" /></dt>
<dd style="font-size: 11px; line-height: 17px; padding-top: 0px; padding-right: 4px; padding-bottom: 5px; padding-left: 4px; margin: 0px;">Dúvida: por que <strong>justamente </strong>a rua do meu prédio? Não há outros lugares para declarar seu amor?</dd>
</dl>
</div>
<p>Sim, senhoras, senhores e pronomes de tratamento em geral! <strong>Outra declaração de amor</strong>, dessa vez bem maior e mais vívida, de um outro amante para a Lívia! É inerente ao ser humano o sentimento de inveja. Querendo ou não, todos nós queremos algo de outra pessoa, nem que seja algo pequeno, mas queremos.</p>
<p><strong>Supondo </strong>que a Kinha tenha gostado da declaração do seu amante e que eles estivessem juntos até o momento, qual seria a <strong>reação</strong> dela? Eu responderia sem medo de errar: ela iria dizer para nosso herói coisas como &#8220;Por quê fizeram uma declaração maior?&#8221; e &#8220;Ele ama aquela mulher muito mais do que você me ama!&#8221;.</p>
<p>No momento atual, eles devem estar <strong>brigados</strong>. Kinha deve ter parado de falar com ele, e provavelmente não estão se vendo mais. E por que tudo isso aconteceu? Por que nosso <strong>criativo </strong>Romeu teve a <strong>brilhante </strong>ideia de proclamar seu amor no concreto da rua.</p>
<p>O que podemos tirar dessa história? Ao meu ver, a moral é clara:<strong> ao se apaixonar, não escreva seu amor no meio da rua!</strong> Você não sabe quando algo pode dar errado. Se o romântico autor da declaração para Kinha estiver lendo, <strong>boa sorte</strong> no seu próximo namoro. Se o autor da homenagem a Lívia estiver lendo, você <strong>sacaneou </strong>legal o primeiro! Se você não for nem um nem outro, vá para os <strong>comentários </strong>e vamos falar sobre declarações de amor! Te espero lá e até o próximo post!</p>
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